REGRESSO DE DJALMIR EM DESTAQUE

SACAVENENSE Djalmir thumb up 14-10-18

FOTO: Chris Wright

O grande foco de atenção do jogo de ontem foi o regresso à actividade de Djalmir, desde à imprensa regional digital até ás edições impressas dos diários desportivos.

No jornal “A Bola” podemos ler as seguintes palavras do veterano goleador: «Senti a maior felicidade do mundo! é um orgulho voltar a vestir esta camisola e representar esta cidade. Espero ainda poder ajudar a equipa com golos e que a minha experiência possa ser útil.»

Djalmir sentiu-se também sensibilizado com o gesto do jovem Hassan (que cedeu a camisola 11, número que estava a usar desde o início da temporada) que após marcar o primeiro golo da partida foi celebrar consigo: «Eu disse-lhe que ele ia marcar e ele quis dedicar-me o golo».

Conforme já tínhamos publicado, desde a década de 50 do século passado que não havia um futebolista a actuar de rubro-negro com mais de quarenta anos, então “proeza” do lendário Grazina, finalista da Taça de Portugal e um dos titulares da equipa que alcançou a melhor classificação de sempre duma equipa algarvia na 1.ª Divisão, o quarto lugar.

Já no século XXI, os atletas mais velhos a jogar pelo Olhanense foram o guarda-redes internacional português Ricardo Pereira (no escalão principal em 2013/14) e o avançado brasileiro Edinho (na 2.ª Liga em 2005/06), ambos com 38 anos.

Em 2012/13, na última época como jogador, Djalmir tinha 37 anos, a mesma idade que o seu colega Bruno Veríssimo, ambos um ano mais velhos do que Maurício Fernandes, outro dos experientes elementos do grupo no último ano em que o futebol profissional foi gerido pelo clube, passando depois a Sociedade Anónima Desportiva.

Temos que recuar até aos planteis das décadas de 80, para encontrar o avançado Mirobaldo, e de 90, através do guarda-redes Pais, para encontrar atletas (curiosamente ambos brasileiros) num plantel rubro-negro com a mesma idade com que Edinho e Ricardo jogaram (38).

Nomes igualmente incontornáveis da história rubro-negra como os capitães Henrique Reina ou João Poeira jogaram “apenas” até aos 36 anos.

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