OLHANENSE, 2 – GIL VICENTE, 1

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Grande vitória rubro-negra numa tarde em que o José Arcanjo já apresentou uma moldura mais condigna com o historial do nosso clube.

O jogo começou com o Olhanense a tomar a iniciativa, mas ao minuto 13 surge a primeira grande contrariedade: Obodo foi expulso por alegada agressão a Hugo Vieira, quando Paulo Regula estava a ser assistido após ter sofrido falta violenta de César Peixoto.

A equipa orientada por Galderisi não se atemorizou e, mesmo jogando com menos uma unidade, não só se bateu muito bem como conseguiu mesmo fazer esquecer essa inferioridade numérica. Perto do intervalo Regula, na marcação de um livre directo, por pouco não inaugurou o marcador.

Após o reatamento Dionisi sofreu falta dentro da área e, além da grande penalidade convertida pelo raçudo avançado italiano, o jogador adversário que cometeu a falta foi expulso, repondo a igualdade numérica no terreno de jogo e colocando justiça. Foi, curiosamente, a partir daí que o Gil Vicente mais ameaçou a nossa baliza, e acabou por empatar a partida, a quinze minutos do final, num lance em que se reclamou fora de jogo, mas as imagens televisivas não são conclusivas.

O melhor estava para vir, em cima dos 90 minutos regulamentares Pélé intercepta uma bola a meio-campo e inicia um contra-ataque em que Vojtus, pela direita, consegue isolar Paulo Sérgio. O extremo contratado ao Arouca concretizou o lance da melhor maneira, selando uma merecida vitória para as nossas cores, importantíssima para a verdadeira batalha pela sobrevivência no escalão principal que nos espera até final do campeonato.

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