OLHANENSE, 1 – MARÍTIMO, 1

Na tarde em que se registou a pior assistência da época em jogos para o campeonato (a crise e o mau tempo não justificam tudo…) a nossa equipa entrou, mais uma vez, a perder na partida. Desta vez não se pode falar sequer de erros defensivos, mas sim de um erro de arbitragem que muito nos prejudicou.

Decorridos quatro minutos de jogo, o árbitro que veio do norte não teve dúvidas em assinalar uma grande penalidade mais do que discutível, como se pode constatar nas imagens em VÍDEO. Depois do golo, o Marítimo teve mais uma oportunidade, num cabeceamento a que Ricardo (de regresso à titularidade) correspondeu com uma boa defesa e… pouco mais atacou no resto da partida.

O Olhanense, apesar de parecer faltar ainda o melhor entrosamento, partiu para uma exibição bastante personalizada, e pode-se dizer que os reforços do mercado de inverno vieram dar a classe e qualidade que faltava à nossa formação, que anteriormente parecia algo descrente por vezes. Apesar de não termos conseguido criar muitas oportunidades de golo, e dadas as condições climatéricas (além da chuva, jogámos contra o vento na etapa inicial), viu-se bom futebol e jogo fluído, algo que se tinha presenciado muito pouco esta temporada.

Mario Santana, que enquanto esteve em campo (saiu lesionado) pautou de forma soberba o jogo ofensivo, atirou com estrondo à barra ainda antes do intervalo. Na etapa complementar intensificámos o ataque, Galderisi fez entrar Vojtus e Tozé Marreco, e em “desespero” de apostou na pujança de Diakhité para o ataque. O pouco público presente mostrou o seu desagrado, mas a verdade é que foi mesmo o senegalês a conseguir empatar a partida, numa recarga à ponta-de-lança, a cinco minutos dos 90.

Em cima do apito final (o juiz da partida permitiu aos forasteiros perderem o tempo que bem entenderam e no final “deu” apenas três minutos de compensação), Paulo Sérgio, num belo remate ao ângulo de fora da área, ainda fez o guardião madeirense brilhar com uma bela defesa. Se o empate já parecia injusto para as nossas cores, a vitória assentaria muito melhor à equipa que dominou o jogo, frente a outra que apenas se limitou a defender a (injusta) vantagem.

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