UMA EQUIPA VERDADEIRAMENTE INTERNACIONAL

Longe vão os tempos em que a formação rubro-negra era constituída pelos melhores jogadores naturais de Olhão e da nossa região (Cabrita era natural de Lagos, Salvador de Portimão, Loulé de Silves, Grazina de São Brás de Alportel, Gralho ou Alfredo de Faro, para apenas falar dos mais emblemáticos) e ocasionalmente reforçada por atletas de origem sul-americana como Renato, Ademir, Del Duca ou Lo Bello.

Este Domingo o Olhanense teve, no seu onze inicial, um esloveno na baliza, uma defesa constituída por um francês, um dinamarquês, um senegalês e um romeno, um meio-campo com três portugueses (se bem que Pelé nasceu na Guiné-Bissau e Celestino em Cabo Verde) e um nigeriano, e a dupla atacante era formada por um italiano e um sueco nascido no Kosovo e naturalizado albanês.

Entraram ainda um italiano, um brasileiro e um internacional togolês nascido na Costa do Marfim. De fora ficou um croata castigado e ainda um eslovaco lesionado.

No final do jogo o nosso guardião, Vid Belec, comentou o jogo e a estreia do seu compatriota Jan Oblak (que curiosamente passou por Olhão na segunda metade da temporada 2010/11. Não chegou a actuar oficialmente na nossa baliza, pois chegou lesionado e esteve apenas no banco, como suplente não utilizado, nas últimas seis jornadas do campeonato) conforme se pode ler no MAIS FUTEBOL.

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