OLHANENSE, 1 – NACIONAL, 2

Golo de Abdi não foi suficiente para pontuar

Segundo jogo no Estádio Algarve e… segunda derrota. O Olhanense não entrou no jogo da melhor maneira, com um auto-golo de Maurício (desentendimento com Bracalli, guardião que se estreou a titular, que acabou numa “chapelada”) a dar vantagem aos visitantes.

Antes o Nacional já tinha visado a baliza rubro-negra, num livre que embateu na barra, mas a partir daí a nossa equipa dominou a partida e poderia ter chegado ao empate, com algumas boas oportunidades, sendo a mais flagrante uma boa jogada individual de Djaniny, salva em cima da linha por um defesa adversário.

Ainda na primeira parte, terá ficado uma grande penalidade a nosso favor por assinalar, quando Manuel da Costa interceptou claramente com o braço um remate de Abdi. Já na etapa complementar novo lance duvidoso, com o mesmo defensor madeirense a derrubar Evandro Brandão. Com tantas faltas que assinalou ao mínimo contacto fora da área (principalmente a favor dos visitantes), o árbitro não teve o mesmo critério neste lance, e nem considerou simulação do nosso avançado.

Os rubro-negros chegaram ao merecido golo do empate num fuzilamento de Abdi, após cruzamento de Luís Filipe, e dominaram até final, construindo situações de golo suficientes para chegar à vantagem, sendo a mais flagrante, novamente, desperdiçada por Djaniny, que atirou por alto após passe de morte de Targino, numa jogada individual digna de realce.

O juíz da partida anularia ainda um golo ao Olhanense em que a imagem abaixo demonstra que se existiu toque sobre o guarda-redes madeirense foi… dos seus próprios colegas de equipa.

Em cima do apito final surge o chamado “balde de água fria”, com o Nacional a marcar o golo da vitória na sequência de um canto, para deslaento total dos muitos adeptos rubro-negros que marcaram presença no Estádio Algarve e que já reclamam o regresso ao José Arcanjo o mais brevemente possível…

Afinal quem é que toca no guarda-redes adversário neste lance?

FICHA DO JOGO:
Estádio Algarve, Faro/Loulé
Árbitro: Jorge Ferreira (AF Braga)
Assistência: 1.493 espectadores

OLHANENSES: Rafael Bracalli; Luís Filipe, Nuno Reis, Maurício e Jander; Fernando Alexandre e Rui Sampaio (Targino, 61′); Ivanildo (Yontcha, 85′), Rui Duarte e Abdi; Djaniny (Evandro Brandão, 73′);
Treinador: Sérgio Conceição
Suplentes não utilizados: Ricardo (GR), Nuno Piloto, David Silva e Vasco Fernandes
Amarelos: Luís Filipe (45′ + 03′), Maurício (50′) e Jander (58′)

NACIONAL: Vladan; Mexer, Manuel da Costa, Revson e Kim (João Aurélio, 45′); Moreno, Claudemir e Isael (Eliandro, 60′); Mateus, Edgar Costa (Candeias, 46′) e Rondon;
Treinador: Pedro Caixinha
Suplentes não utilizados: Gottardi (GR), Mihelic, Emiliano e Keita
Amarelos: Isael (23′), Edgar Costa (45′ + 03′), Candeias (62′), Manuel da Costa (65′) e Moreno (81′)

GOLOS:
0-1 por Maurício (19′) n.p.b.
1-1 por Abdi (57′)
1-2 por Rondon (90′ + 01′)

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