VELHAS GLÓRIAS: O OUTRO REINA

António Efigénia vive em Lagos desde a década de setenta

O nome “Reina” atravessa gerações no futebol rubro-negro desde meados do século passado. Consta que tudo começou quando o jovem Henrique Evarísto Efigénia ganhou essa alcunha por “culpa” de um jornalista, pois parecia jogar sempre com um sorriso nos lábios. “REINA”, o pai, jogou nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta no Padinha. Os seus filhos, João e Luís, jogaram na década de oitenta, também ainda no Padinha, e mais tarde no José Arcanjo.

Mas ainda houve outro Reina, defesa lateral que também começou nos escalões de formação rubro-negros, mas que jogou apenas duas temporadas na equipa principal do Olhanense, no final dos anos sessenta, antes de se mudar para Lagos, e é ele que hoje vamos recordar.

O blog ARQUIVO CFEL dedicou recentemente espaço à sua carreira, que aproveitamos para reproduzir, com a devida vénia: «Lateral polivalente ficou conhecido como “Reina II” no Olhanense, clube onde se formou, por ser irmão de Henrique Efigenia “Reina”, jogador histórico do clube sotaventino.

Quando veio cumprir o Serviço Militar Obrigatório no Quartel de Lagos em 1969, Reina foi convidado pelos dirigentes do Esperança a se mudar para o clube de Lagos, o que veio a acontecer em 1970, já com a equipa na 3ª Divisão.

Sempre titular na defesa esperancista, Reina contribuiu para a primeira subida á 2ª Divisão em 74/75. Sairia um ano depois para o G.D.A.L. e a seguir foi jogar e treinar o C.R. Infante de Sagres, com vários elementos saidos também do Esperança. Depois de terminar a carreira de jogador começou o percurso de treinador no Centro de Lagos pela mão de Calitas, técnico de formação de referência, anteriormente no G.D.Amador de Lagos.

Nos ultimos anos tem feito parte das equipas técnicas da formação do C.F.E.L.»

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