O “PINTOR” E OS “CAÇA-DRAGÕES”

Daúto Faquirá fez, há dois dias atrás, a antevisão da partida frente ao FC Porto, mas hoje o i INFORMAÇÃO publica uma entrevista diferente com o nosso técnico, onde ele fala da sua vida em Moçambique (onde começou a desenhar os seus ídolos de então, Damas, Eusébio ou Yazalde), da vinda para Portugal, o gosto pela pintura ou até o início da sua carreira de treinador, onde recorda vários episódios curiosos, entre quais a uma ida à Pedreira dos Húngaros, um «bairro complicado» e explica a razão: «curiosamente por causa de um jogador que agora está comigo no Olhanense, o Toy. Tive de lá ir negociar, convencê-lo a trabalhar comigo».

Noutro jornal, o diário desportivo, O JOGO, cinco atletas do Olhanense (Carlos Fernandes, Maurício, Fernando Alexandre, Rui Duarte e Cadu) são apelidados de «Caça-Dragões», pois todos eles já venceram os portistas, ao serviço de outros emblemas.

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